Louder than words.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Variety

Everyone who follows the world of cinema more closely knows that words are not always an essential part of the final product. Despite being an undeniably important part (sometimes even a vital part) in movies, the most powerful script is not always executed with a combination of previously thought out lyrics and this becomes the great challenge for all screenwriters who try to offer a “non-formalized” verbal language.

This type of language can be described as the improvisation made by an actor or actress during a scene, because the lines exist, but they are not actually written in the official script of the movie, but lines that are uttered by their good friends in accordance with the emotions felt during the recordings. Obviously, all of this only works and convinces the public when the cast has “total” control over their characters and their respective feelings.

On the 10th, during its premiere at the Toronto Film Festival, a movie called Close To You brought an intriguing narrative approach to this visual universe, presenting the audience with 53 minutes of speeches (all filmed in just a single take) that were completely improvised by the its protagonist. In total, the movie is 1h40 minutes long and this shows that the work done by Elliot Page must really have been emotionally quite intense.

In addition to being the protagonist of this movie (where the plot addresses the dilemmas of a young man who, after undergoing a gender transition, needs to return home, and during a meeting he will meet his family... who until then still didn't know about his move), Page also helped develop the script, along with Dominic Savage (who is also the movie's director) and he hopes the movie will open people's minds about the topic (which is very personal to him).

Words will speak very loudly in this movie, but much more than that, the actor's emotions will be able to verbalize what was not previously thought of in all its structures. The idea is extremely interesting and I am very curious to see the result of all this “artistic manipulation” in theaters). I even believe that this could be one of the big bets to get into a good fight at the Oscars in the next edition in some of the most important categories.


Más fuerte que las palabras.

Todo aquel que sigue más de cerca el mundo del cine sabe que las palabras no siempre son parte esencial del producto final. A pesar de ser una parte innegablemente importante (a veces incluso vital) en las películas, el guión más potente no siempre se ejecuta con una combinación de letras previamente pensadas y esto se convierte en el gran reto de todo guionista que intenta ofrecer una visión “no formalizada”. “lenguaje verbal.

Este tipo de lenguaje se puede describir como la improvisación que hace un actor o actriz durante una escena, porque las líneas existen, pero en realidad no están escritas en el guión oficial de la película, sino líneas que son pronunciadas por sus buenos amigos de acuerdo. con las emociones sentidas durante las grabaciones. Evidentemente, todo esto sólo funciona y convence al público cuando el reparto tiene un control “total” sobre sus personajes y sus respectivos sentimientos.

El día 10, durante su estreno en el Festival de Cine de Toronto, una película llamada Close To You aportó una intrigante aproximación narrativa a este universo visual, presentando al público 53 minutos de discursos (todos filmados en una sola toma) completamente improvisados. por su protagonista. En total, la película dura 1h40 minutos y esto demuestra que el trabajo realizado por Elliot Page debe haber sido realmente muy intenso emocionalmente.

Además de ser el protagonista de esta película (donde la trama aborda los dilemas de un joven que, tras sufrir una transición de género, necesita volver a casa, y durante una reunión conocerá a su familia... que hasta entonces todavía no No sé sobre su movimiento), Page también ayudó a desarrollar el guión, junto con Dominic Savage (quien también es el director de la película) y espera que la película abra la mente de la gente sobre el tema (que es muy personal para él).

Las palabras hablarán muy fuerte en esta película, pero mucho más que eso, las emociones del actor podrán verbalizar lo que antes no estaba pensado en todas sus estructuras. La idea es sumamente interesante y tengo mucha curiosidad por ver el resultado de toda esta “manipulación artística” en las salas). Incluso creo que esta podría ser una de las grandes apuestas para meterse en una buena pelea en los Oscar de la próxima edición en algunas de las categorías más importantes.


Mais alto do que as palavras.

Todo mundo que acompanha o mundo do cinematográfico mais de perto sabe que nem sempre as palavras são uma parte essencial do produto final. Apesar de serem uma parte incontestavelmente importante (às vezes chega até a ser algo vital) nos filmes, nem sempre o roteiro mais potente é executado com uma junção de letras previamente pensadas e isso se torna o grande desafio para todos os roteiristas que tentam oferecer uma linguagem verbal “não formalizada”.

Esse tipo de linguagem pode ser descrito como o improviso feito por um ator ou uma atriz durante uma cena, porque as falas existem, mas não estão propriamente escritas no roteiro oficial do filme, mas sim, falas que são proferidas por suas boas de acordo com as emoções sentidas nos momentos das gravações. Obviamente que tudo isso só funciona e convence o público, quando o elenco tem um domínio “total” sobre suas personagens e seus respectivos sentimentos.

No último dia 10, durante sua estreia no Festival de Toronto, um filme chamado Close To You trouxe uma abordagem narrativa instigante para esse universo visual, apresentando ao público 53 minutos de falas (todos filmados em apenas uma única tomada) que foram totalmente improvisadas pelo seu protagonista. No total, o filme tem 1h40 minutos de duração e isso evidencia que o trabalho feito por Elliot Page deve realmente ter sido emocionalmente bastante intenso.

Além de ser o protagonista desse filme (onde a trama aborda os dilemas de um jovem que, após realizar uma transição de gênero, precisa retornar para casa, e durante uma reunião encontrará os seus familiares... que até então ainda não sabiam sobre à sua mudança), Page também ajudou no desenvolvimento do roteiro, junto com o Dominic Savage (que também é o diretor do filme) e ele espera que o filme abra à mente das pessoas sobre o tema (que lhe é muito pessoal).

As palavras vão falar muito alto neste filme, mas muito mais do que isso, as emoções do ator para conseguir verbalizar o que não foi previamente pensado em todas as suas estruturas. A ideia é extremamente interessante e eu estou muito curioso para ver nos cinemas o resultado de toda essa “manipulação artística”). Eu acredito até que essa pode ser uma das grandes apostas para entrar numa boa briga do Oscars na próxima edição em algumas categorias mais importantes.



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